quarta-feira, 2 de junho de 2021

UM COELHO “MANCHAS”, UM PATO E O CÃO “JENOT”

UM COELHO “MANCHAS”, UM PATO E O CÃO “JENOT” Ela tinha um coelho! Chamava-se “Manchas” porque tinha o pelo branco e manchas pretas no seu dorso. Um dia, desapareceu. Muito choro muita lágrima, o “Manchas” não havia maneira de aparecer. Possivelmente roubaram, possivelmente. Há quem diga que acabou na panela, mas convém não comentar em voz alta não vá a menina chorar de novo o seu amigo “Manchas” jamais voltará. Depois veio o pato! O pato desapareceu e a pequena lagoa ficou muda sem aves a nadar. O pato desapareceu! Seguiu-se o “Jenot” um cãozinho encantador. Fazia covas no quintal, saltitava contente. Certo dia, encontrou o pequeno companheiro morto. Deitaram veneno com inveja da sua felicidade. Já as crianças não podem ser felizes com os pequenos animais de companhia, porque os adultos invejosos não compreendem o coração dos pequenos e da sua dedicação e carinho. Poderá haver paz no mundo?

UMA MESA REAL

UMA MESA REAL Eu estava a visitar uma exposição no Palácio Nacional da Ajuda sobre a Rainha D. Maria quando um grupo de pequenas crianças de um infantário entrou. A acompanhá-las uma “principessa” com um longo traje verde alface ia explicando cada uma das salas, as diversas peças de mobiliário. - Esta é a sala onde os reis comiam as refeições! Vejam como a mesa tem três copos para cada um dos convidados. Para que servirão três copos? E continuava a explicar que seria um para água, outro para vinho… em vossa casa também é assim? Uma criança dizia em voz alta: - Em minha casa também é assim, a minha avó bebe muito vinho. Na sala, foi a risada geral!

quarta-feira, 12 de maio de 2021

REBUÇADOS CAVALINHO E CHINELOS

Já escrevi a algum tempo, uma pequena história sobre os rebuçados Cavalinho. Outras histórias virão!

Na segunda metade da década de 60' do século passado, apareceu no mercado madeirense uns rebuçados chamados de Cavalinho, com muita publicidade nas rádios e jornais locais. Era um massacre todo o santo dia, anunciando prémios e mais prémios de cortar a respiração fazendo com que a pequenada andasse completamente louca pensando que iria toda a felicidade do mundo nos ditos rebuçados. Pelo que sei, bicicletas, trens de cozinha??? e outros prémios de que não tenho memória, enchiam as velhas vendas e mercearias do bairro de criançada em busca do prémio desejado. A época não estava propícia a brinquedos que custavam dinheiro e que os pais mesmo aqueles que teriam carteira mais abonada estariam na disposição de gastar alguns escudos em doces.

Maria e Ana, duas irmãs naquele dia estavam sem possibilidade de almoçar. No entanto a mãe tinha pedido que ambas fossem a casa do avô pedir algum dinheiro para comprar milho para o almoço. E assim foi! Chegados a casa, o avô deu algum dinheiro para matar a fome. Pelo caminho as duas irmãs lembraram-se que poderiam gastar algumas moedas em rebuçados, os tais que a rádio azucrinava a cabeça dos mais novos e causava o alvoroço nas vendas, pois os doces eram embrulhados em papel colorido e numerado. quem conseguisse completar todos os números receberia prémios fabulosos... 

Maria e Ana gastaram o dinheiro todo em doces. Foram ficando desembrulhando um após outro em busca dos prémios, e empanturrarem-se até não conseguirem comer mais. Agora, o problema seria  chegar a casa e explicar onde foi gasto dinheiro? Pensaram que o avô não teria dinheiro disponível naquele dia! Mas nessa altura já a historia estava desvendada e após um grande sermão, choro a dobrar, e ameaças de castigo, a mãe já estava adiantada no tempo com o chinelo em punho, enquanto as duas irmãs corriam pelo velho campo do Marítimo, cada uma tentando escapar à fúria do castigo. Doa rebuçados Cavalinho não consta que tenham ganho qualquer prémio, a não ser a terminação chinelada em cima de cada uma das filhas para aprenderem que o doce dos rebuçados amargavam demasiado naquele dia e não foi preciso completarem a numeração dos mesmos.

terça-feira, 11 de maio de 2021

DIA DA SEGURANÇA SOCIAL

 

A data de 8 de Maio é oficialmente comemorado o Dia da Segurança Social. Todos os anos, vários colegas são alvo de homenagem pelos anos de dedicação. Em 2019, foi a vez da minha colega de longa data Maria Helena Cadete. Enfermeira de carreira, veio à Madeira pela primeira vez fazer Ações de Formação com os colegas do recém formado Centro de Segurança Social da Madeira. Juntamente com a sua amiga e colega Drª. Eduarda de Almeida, Assistente Social, contribuíram com o seu trabalho para o desenvolvimento e bem comum das novas atividades de Ação Social que nasceram nesse ano de 1979. Mais tarde tive o prazer de trabalhar diretamente com as mesmas. Longa vida é o que se deseja!   

terça-feira, 27 de abril de 2021

AVENIDA DO MAR -ANOS 60'

 

A Avenida do Mar, embora tenham rebatizado o nome para Avenida das Comunidades Madeirenses o povo continua a chamá-la pela antiga designação. Fotografia dos anos 60', mostram as bombas de gasolina da Esso ou Sonap, edificios em construção junto à atual Assembleia Legislativa da Madeira, os velhos autocarros da Rodoeste (penso que seria esse o nome da empresa). O mundo estava naquela avenida, olhava-se o mar nos passeios habituais, o movimento no porto os navios que chegavam ou partiam, as velhas lanchas que prestavam apoio aos navios, navios de cabotagem etc..  





sexta-feira, 23 de abril de 2021

Encontros em Cidades Únicas - Aarhus, a cidade mais feliz do mundo

Encontros em Cidades Únicas: Aarhus - No último episódio, a jornalista Alexandra Alévêque leva-nos a conhecer os habitantes de Aarhus, a segunda maior cidade da Dinamarca. Conside.

Porque Aarhus uma cidade dinamarquesa com aproximadamente 300 mil habitantes, é considerada a cidade com a população mais feliz do Mundo? É ver o documentário da Jornalista francesa Alexandra Alévêquer e ver as diferenças em relação a Portugal.